LANÇAMENTO_ “Ansiedade na Cidade”, novo disco da Catavento. Terceiro disco da banda gaúcha fala sobre os tempos de ansiedade que assolam o século XXI.

Catavento. Foto: Rodolfo Cemin/Divulgação

CATAVENTO_ O grupo gaúcho Catavento, um dos grandes representantes da música psicodélica no Brasil, lançou em 3 de agosto o disco Ansiedade na Cidade (Natura Musical). O álbum traz dez faixas compostas por Leonardo Lucena (vocal, guitarra e baixo), Leonardo Sandi (vocal, guitarra e teclado aika), Eduardo Panozzo (baixo, guitarra e vocal), Johnny Boaventura (vocal, piano elétrico e teclados), Francisco Maffei (samples, sintetizadores, guitarras e vozes), Lucas Bustince (bateria e percussões) e  Jonas Bustince (percussões e bateria). A banda divulga  também os shows já marcados em Caxias do Sul, Porto Alegre, São Paulo, Piracicaba, Sorocaba, Rio de Janeiro e Juiz de Fora, alguns, inclusive, já estão com ingressos à venda. Além das plataformas streaming, o álbum também está disponível em vídeo no formato full album visual, com produção da produtora Ilha 8C5A e direção de Breno Dallas e Saimon C. Fortuna.

A produção é de Francisco Maffei, integrante da banda que também assina a mixagem e masterização. O álbum foi pré-produzido no estúdio Porão Honey Bomb, em Caxias do Sul (RS), onde foram gravados vozes e sopros. Ainda na cidade natal do grupo, algumas vozes também foram gravadas no estúdio Retrola. Já a base de todo instrumental foi registrada no estúdio Audio Porto, em Porto Alegre, um dos estúdios mais bem equipados da América Latina, sob supervisão de Felipe Magrinelli, engenheiro de som que já trabalhou com Lulu Santos, Os Paralamas do Sucesso, Titãs e Zé Ramalho.

O projeto foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2017 em parceria com o Pró-Cultura (RS) e Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul. “Acreditamos na força do Natura Musical para conectar pessoas, valorizar a criatividade brasileira e revelar a diversidade de cada região do país”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “O programa já circulou por 18 Estados, apostando em talentos locais. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o edital já ofereceu recursos para 17 projetos da música, como Dingo Bells, CCOMA, Yangos, Musa Híbrida, e, agora, Catavento”, complementa.

Catavento. Foto: Rodolfo Cemin/Divulgação

Influências

Ao longo do processo de gravação, a banda ouviu com frequência artistas como Arthur Verocai, Marcos Vale e Ana Mazzotti, que foi pianista, jazzista, arranjadora, líder do grupo o Conjunto Desenvolvymento. “O som e a história dela influenciaram bastante a gente nesse período. Ouvimos também King Krule, BadbadnotgooDDD, Beach Fossils, DIIV. Nossos amigos do Boogarins também nos influenciaram de certa forma, assim como Apanhador Só, Ava Rocha, muito groove americano e neo soul R&B, Erykah Badu e Vulfpeck”, diz Jonas Bustince, percussionista que passa a fazer parte da banda no palco. “Sou irmão do Lucas, baterista. Somos também filhos de um baterista. Vem de família a coisa”, conta.

Além disso, o saxofonista Cléomenes Júnior, da banda Trabalhos Espaciais Manuais faz uma participação especial tocando saxofone e flauta transversal em cinco faixas. Outra forte característica deste álbum é o piano elétrico, que está bem presente. Nos discos anteriores, a banda apostava mais em instrumentos de órgãos. “As músicas são fruto de pequenas ideias que foram surgindo ao longo de 2017. No início desse ano, nós nos mudamos para o porão, onde ensaiamos, gravamos e convivemos. Esse espaço foi essencial para a evolução de todos nós como músicos e como banda. A pré-produção no início de 2018 foi uma parte crucial pras músicas ficarem fechadinhas. Toda essa vivência de ensaios e das jams do ano passado foram absorvendo coisas que ouvimos”, lembra Jonas.

Ansiedade na Cidade trata de sentimentos como ansiedade, culpa, encarar a própria sombra, a relação com a cidade, com os corres diários. “Ansiedade na Cidade aborda mais profundamente a dor, é bem menos utópico e escapista. Mais pé no chão, maduro no sentido natural da evolução de todos nós como pessoas e adultos“, diz Jonas. Já o primeiro disco, Lost Youth Against The Rush (2014), era uma revolta bem clara contra o sistema; o segundo, CHA (2016) falava sobre a anarquia e a pureza das crianças, ao mesmo tempo em que remetia à liquidez das sociedades e das relações mergulhadas em uma modernidade líquida.

A direção de arte e ilustração da capa é de Leo Sandi. Leo Lucena ficou responsável pela diagramação do álbum. Ele é distribuído pela Tratore e faz parte do selo Honey Bomb, administrado pelos integrantes da banda. Além da Catavento, My Magical Glowing Lens, Não Alimente os Animais, Nevoar, Supervão e a Marrakesh são algumas das bandas que fazem ou já fizeram parte do casting do selo.

Álbum visual

A banda disponibiliza também um link que permite ao público “assistir” ao disco, trata-se de um álbum visual. “A ideia de fazer um álbum visual para acompanhar a audição do disco surgiu quando estava escrevendo o projeto da Natura. Viajei na pira que, hoje em dia, ouvir música no youtube também é uma experiência visual, na era do Lofi Hip hop, study beats e tudo mais. Quando passamos a ideia pra dupla de produtores da Ilha 8C5A, imaginamos de início colocar uma câmera fixa captando tudo o que acontecia num espaço de tempo do disco no porão da Honey Bomb, nosso QG, estúdio, refúgio e bunker. Mas em seguida, surgiu a ideia do Leo Sandi de colocar a Gabi (atriz do vídeo) saindo de casa e indo até lá, passando pela cidade, pra dar mais movimento pra coisa“, conta Jonas Bustince.

Uma das referências usadas para criar o vídeo foi o trabalho de estreia da cantora Luiza Lian, Oyá Tempo, além do disco Boo Boo, de Toro Y Moi: “o nosso acabou ficando uma mistura, mas com uma pegada bem única, bem nossa, afinal, se passa nas ruas de Caxias do Sul, onde moramos“, diz o baterista. Breno Dallas, um dos diretores do vídeo, diz que a ideia foi dar sensação de continuidade, acompanhando o álbum: Então, a ideia que tivemos para o vídeo que acompanha o álbum é de um lance ininterrupto, algo que conversasse com o álbum, que tem uma sonoridade bastante conceitual, com canções muito relacionáveis entre si. Assim este álbum visual foi produzido através de um único plano sequência de base, que mostra uma garota caminhando pelas ruas de Caxias do Sul. O vídeo é acompanhado por intervenções visuais de inúmeras origens, desde outras imagens do caminho da personagem captadas com uma segunda câmera até gifs e desenhos feitos pela própria banda, que também acompanham o encarte do álbum. As intervenções visuais mesclam noções de realidade aumentada e realidade diminuta: por vezes um segundo ângulo de um objeto se destaca no cenário, como se estivesse em um relevo tridimensional; em outras usamos os croquís disponibilizados pela banda para “pixar” a imagem, diminuindo o campo de visão do espectador. Essas intervenções visuais buscam dialogar também com as músicas e com o sentimento passado por elas“.

Faixa a Faixa

Todo o instrumental foi composto em conjunto pelos integrantes, enquanto as letras têm autores determinados. O álbum abre com “F5” escrita por Leo Lucena, responsável também pelo vocal da música, e fala sobre as relações no mundo virtual. “No geral, é sobre a projeção que fazemos um no outro, nas nossas relações virtuais e a maçaroca complexa que isso causa”, diz o músico. Na sequência, vem “Deus Online” como uma continuação da primeira, também composta e com voz de Leo. “‘Deus Online’ fala mais especificamente sobre procurar a satisfação e todas as respostas nas redes sociais e nunca encontrar”, conta.

Já “Lagartia” é um convite pra ficar de boa, numa conversa com a gente mesmo e, consequentemente, com os outros. “Todo mundo tem nóias, culpas e pensamentos que dão uma sugada e que transformam uma opinião contrária, por exemplo, no fim do mundo. Um desvio de rota em vontade de nem seguir. Uma brisa leve em caos por dentro. E a cada brisa, tudo pra arrumar de novo. Isso cansa. Então, lagartia é tipo um alívio, uma entrega. Deixa ser. Rola até essa comparação com a nossa vida, nossa mente, nosso coração, com nossa casa mesmo. Aquele clássico: não repara a bagunça e fica à vontade. Pode entrar, e vê se encontra um lugar pra ‘lagartear”, conta Eduardo Panozzo, responsável pela letra e voz da música, Eduardo Panozzo. O verbo Lagartear significa ficar repousando no sol. “É uma gíria usada no Sul do Brasil, que define o ato de deitar-se ou sentar-se ao sol em dia de bastante frio, com intenção de aquecer o corpo. Tem tom pejorativo, sendo associada à preguiça”, explica Du.

“Se Não Vai” é também de autoria de Leo Lucena e fala sobre a dificuldade de saber lidar com a própria indecisão. “É sobre ficar em cima do muro, saber reconhecer seu próprio caminho, confiar na própria intuição e ter coragem de mudar de ideia, de desapegar”, diz. Primeiro single do disco, “Panca Úmida” fala da relação com a cidade e como ela pode moldar nossa maneira de entender o mundo. Além disso, a letra transita pelas interações sociais, cada vez mais cercadas de ódio e desconfiança. “Olhar pra sua sombra e dizer ‘eu te vejo’ pode ser um caminho de resolução interna e individual. Ao mesmo tempo, um caminho pra começar a enxergar o outro por uma nova perspectiva”, conta o autor Leo Sandi.

A sexta faixa, “Groove Geral”, faz referência à relação do oprimido e opressor, aponta para o período político que o Brasil vive atualmente, enquanto brinca com a ironia de apresentar uma letra dura e sangrenta em uma melodia suave. Segundo o autor e vocal, Johnny Boaventura, “inicialmente, esse som era um tema instrumental que tinha a flauta conduzindo a linha que veio a se tornar a melodia vocal. A flauta cria uma célula de ação-reação que direciona a harmonia pelos diferentes caminhos que ela leva, enquanto a letra fala sobre decepções urbanas, distúrbios de paz, sobre pirar de raiva por dentro quando você tem que manter tudo muito estável por fora”.

“This is Life/Corre” começa falando sobre um mundo idílico, onde não existem medos, expectativas; onde o amor é perfeito, sem fim. Ao longo da música, o autor e vocal, Leo Sandi, faz uma reflexão sobre diversos anseios e o que deveria acontecer para que esse mundo ideal existisse. “Ao mesmo tempo, essa reflexão nos dá uma breve conclusão de que é impossível chegar a qualquer lugar porque esse lugar sempre vai estar no caminho. Esse caminho é acompanhado por um amor verdadeiro. Essa é a única forma de todo resto fazer sentido. Sentir um amor de forma tão intensa pode fazer o peito doer, mas é uma das condições que nos torna humanos. No meio de todas essas divagações, chega ‘’Corre’’. A canção é uma espécie de despertador, um choque de realidade: hora de levantar e ter coragem de seguir, mas sem esquecer de sonhar”, diz Leo.

Também sob autoria de Leo Sandi, “Alergia Alergia” é sobre administrar pequenos níveis de depressão e raiva diárias decorrentes de todo caos social, de se sentir mal com a maldade alheia e se culpar por ser sensível demais. “Fala sobre transformar simples tarefas em algo muito mais complexo do que devia ser. Sobre a dificuldade de tomar decisões. De dias que acordamos achando que tudo é plastificado e falso. Dias em que é melhor não ver ninguém pois o sentimento de solidão vai continuar mesmo rodeado de gente. Que a gente vive em uma merda sem solução e que nada nunca vai mudar. Que as pessoas só pensam em si mesmo e adoram fingir que pensam nos outros. Fala sobre tacar um foda-se nisso tudo. Fala sobre acordar de boa no outro dia”, conta o compositor.

Chegando no final do disco, “Paraíso do Terceiro Mundo”resgata referências do cinema e fala sobre viver em uma espécie de Matrix, um jogo de poder onde o personagem principal é o dinheiro. “Misturamos alguns sons clássicos do cotidiano brasileiro (fim de ano da Globo, música de Ano-Novo e ”Pra Frente Brasil”) em uma nova abordagem, para lembrar que o dinheiro ainda manda no mundo e que a gente se mata aqui embaixo, enquanto alguns poucos dão risada lá em cima”, diz Leo Sandi.

A última faixa é “Leve Agora Mesmo!”, um respiro de esperança ao falar das motivações pra cantar, pra fazer arte, pra sonhar. Sobre não ter certezas e compor para entreter os outros, ao mesmo tempo que está colocando pra fora grandes angústias. Também sob autoria de Leo Sandi, ele conta: “Além disso, “Leve Agora Mesmo!” fala sobre agradecer por ter por perto alguém que você tem carinho. Uma declaração de amor um pouco confusa em agradecimento às pessoas que nos acompanham de forma verdadeira no meio a tanta confusão e excesso de informação”.

Shows

A banda já tem datas de shows em Caxias do Sul (09), Porto Alegre (10), São Paulo (16 e 18), Piracicaba (18), Sorocaba (19), Rio de Janeiro (23) e Juiz de Fora (25).

9/8 Caxias do Sul @ Teatro do Sesc – Lançamento oficial Natura Musical
Horário abertura da casa: 19h
Horário shows: 20h
Local: Teatro do Sesc Caxias do Sul
Ingressos: R$20,00 (com CD) | R$10,00 (inteira) | R$5,00 (meia, comerciários, classe artística, professores)
Venda online: só ingressos físicos
Pontos de venda: Sesc Caxias do Sul e no Porão Honey Bomb

10/8 Porto Alegre @ Agulha – Lançamento oficial Natura Musical
Horário abertura da casa: 19h
Horário shows: 22h30min
Local: Rua Conselheiro Camargo, 300 – Bairro São Geraldo – Porto Alegre/RS – Próximo à estação de trensurb São Pedro e das linhas T3 e T8
Ingressos – Venda online: Lote promocional limitado: R$ 10 apenas na internet http://bit.ly/catagulha
Pontos de venda: Primeiro lote – Meia-entrada* / Solidário**: R$ 15 na internet (com opção de boleto bancário e parcelamento) e EM BREVE na Lancheria do Parque (Osvaldo Aranha, 1086 – Bairro Bom Fim) | Na hora – R$20,00

16/8 São Paulo @ CCSP – Lançamento oficial Natura Musical
Horário show: 21h
Local: CCSP – Rua Vergueiro, 1000 / Sala Adoniran Barbosa (622 lugares)
Ingressos – Venda online ou bilheteria: Ingresso Rápido Inteira: R$20 / Meia: R$10
Horário de funcionamento da bilheteria: De terça a sábado, das 13H às 21H30. Domingos, das 13H às 20H30.

18/8 São Paulo @ Feira Jardim Secreto
Horário abertura da casa: 11h-20h
Horário shows: 15h
Local: Praça Dom Orione (Bixiga)
Entrada franca

18/8 Piracicaba @ Locomotiva Festival
Horário abertura da casa: 12h
Horário shows: 21h20
Local: Espaço Haras
Ingressos – Venda online: https://www.sympla.com.br/locomotivafestival2018

19/8 Sorocaba@ Asteroid Entretenimento
Horário abertura da casa: 18h
Horário shows:
Local: Asteroid Entretenimento
Ingressos: R$15,00
Venda online: https://www.sympla.com.br/lobotomia-apresenta-catavento-camarones-orquestra-ventilas__325895

23/8 Rio de Janeiro@ Aparelho – Lançamento oficial Natura Musical
Horário abertura da casa: 22h
Horário shows: 00h
Local: Praça Tiradentes, 85, Rio de Janeiro
Ingressos: R$20,00
Venda online:
Pontos de venda:

25/8 Juiz de Fora @ Necessaire
AGUARDANDO INFORMAÇÕES

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CATAVENTO É

Leonardo Lucena – vocal, guitarras e baixo

Leonardo Sandi – vocal, guitarra e teclado kawai

Eduardo Panozzo – baixo, guitarra e voca

Johnny Boaventura – vocal, piano elétrico e teclados

Francisco Maffei – samples, sintetizadores, guitarras e vozes

Lucas Bustince – bateria e percussões.

Jonas Bustince –  percussões e bateria

TRACKLIST

1 – F5 (Catavento, letra de Leo Lucena)

2 – Deus Online (Catavento, letra de Leo Lucena)

3 – Lagartia (Catavento, letra de Eduardo Panozzo)

4 – Se Não Vai (Catavento, letra de Leo Lucena)

5 – Panca Úmida (Catavento, letra de Leo Sandi)

6 – Groove Geral (Catavento, letra de Johnny Boaventura)

7 – This is Life/Corre (Catavento, letra de Leo Sandi)

8 – Alergia Alergia (Catavento, letra de Leo Sandi)

9 – Paraíso do Terceiro Mundo (Catavento, letra de Leo Sandi)

10 – Leve Agora Mesmo! (Catavento, letra de Leo Sandi)

Capa do disco Ansiedade Na Cidade. Direção de Arte: Leo Sandi e Leo Lucena

FICHA TÉCNICA:

Músicas por Catavento

Gravado em Caxias do Sul, no estúdios Honey Bomb e Retrola por Francisco Maffei e em Porto Alegre no estúdio Audio Porto por Felipe Magrinelli (Engenheiro de Som)

Produção musical: Francisco Maffei

Assistente de produção: Leo Lucena

Mixagem e Masterização: Francisco Maffei

Produção Cultural: Robinson Cabral (Varsóvia Educação & Cultura)

Produção Executiva: Jonas Bustince

Direção de Arte: Leo Sandi e Leo Lucena

Ilustrações: Leo Sandi

Diagramação e projeto gráfico: Leo Lucena

Fotos: Rodolfo Cemin

Assessoria de Imprensa: Thais Pimenta (Café 8)

Patrocínio: Natura Musical

Financiamento: Pro-Cultura RS, LIC

Lançamento: Honey Bomb Records

Distribuição: Tratore

INSTRUMENTOS:

Leonardo Lucena: vocais (faixas 1, 2 e 4), baixo (faixa 3), guitarras, beats e samples adicionais;

Leonardo Sandi: vocais (faixas 5, 7, 8, 9 e 10), teclado aika (faixa 7) e guitarras;

Eduardo Panozzo: vocais (faixa 3), guitarra (faixa 3) e baixo;

Johnny Boaventura: vocais (faixa 6), sintetizadores, piano rhodes, wurlitzer e clavinete (faixa 3 e 6);

Francisco Maffei: guitarra (faixas 3, 4, 7 e 10), samples, sintetizadores e vozes;

Lucas Bustince: bateria, percussões (faixa 7) e vozes;

Jonas Bustince: percussões, bateria (faixa 7) e vozes.

Participação especial (integrante da banda instrumental Trabalhos Espaciais Manuais de Porto Alegre: Cléomenes Júnior (saxofone e flauta transversal (faixas 5, 6, 7, 8 e 10)

FICHA TÉCNICA FULL ALBUM VISUAL

Formato: 1920×1080 60fps – 16:9 – Cor – 46’21

Com: Gabriela Jardim, Pedro Rech

Direção: Ilha 8C5A

Direção de Fotografia: Breno Dallas, Saimon C. Fortuna

Montagem: Breno Dallas, Saimon C. Fortuna, Dinarte Paz

Produção Executiva: Leonardo Lucena

Arte: Leonardo Sandi Rech

Figuração: Lucas Bustince, Sara Borsatti, Rodolfo Cemin

Apoio: Honey Bomb Records, 1Quarto, Varsóvia Educação e Cultura

REDES SOCIAIS:

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SITE: Catavento

DISCOGRAFIA

Lost Youth Against The Rush (2014)

CHA (2016)

Ansiedade na Cidade (2018)

Fonte: Café8